Enfim uma boa notícia

«Pilule: bientôt fini de supplier le pharmacien pour avoir du rab’?»

A ministra da saúde francesa propõe a venda de pílulas sem receita. E para quando a venda e o reembolso de contraceptivos de nova geração: anéis, adesivos e pílulas com baixo índice hormonal, etc. Já estava na hora de acabar com o conservadorismo capitalista que nos faz suplicar por um simples contraceptivo q é vendido sempre a preços abusivos sem reembolso. Mas depois ninguém nos faz perguntas se pedimos a pílula do dia seguinte. Enfim uma boa notícia!!

«La ministre de la Santé Roselyne Bachelot a affirmé qu'elle n'était pas hostile à permettre aux pharmaciens de renouveler une fois la pilule contraceptive sans ordonnance.

La ministre de la Santé, Roselyne Bachelot, a affirmé "n'être pas hostile à donner aux pharmaciens la possibilité de renouveler, pour une fois, la pilule contraceptive", samedi, au 61ème Congrès national des pharmaciens de France à Deauville.

Selon le texte écrit du discours, la ministre a affirmé être "ouverte aux propositions des pharmaciens", dans le cadre du projet de loi Hôpital, patients, santé, territoires, examiné mercredi par le Conseil des ministres.

"Les compétences et les atouts des pharmaciens sont actuellement sous-exploités", "il est regrettable de voir certains pharmaciens jouer un rôle de simple commerçant", a-t-elle reconnu.

"Les pharmaciens doivent faire évoluer leur métier en offrant de nouveaux services, en s'impliquant davantage dans la prévention, le parcours de soins ou encore l'accompagnement thérapeutique", a affirmé la ministre.

Elle a, dans ce cadre, affirmé "n'être pas hostile à donner aux pharmaciens la possibilité de renouveler, pour une fois, la pilule contraceptive".

Le projet de loi santé et territoires "pourrait être l'occasion, lors du débat parlementaire, de valoriser l'idée de premier recours au pharmacien, ainsi que le partage des compétences", a affirmé la ministre.»


artigo citado do libé

Tabucchi


"Pendant dix ans et plus, j'ai dénoncé dans la presse l'infection italienne : la corruption, le conflit d'intérêts, l'agression menée par le politique contre la justice, l'arrivée triomphale de la laideur, le bas—culement de la démocratie. Mais je ne voudrais pas, à mon âge, devenir un médecin spécialiste : à force de s'occuper d'une " Botte ", on risque d'oublier le corps auquel la jambe appartient. Le monde est vaste, et devant les grands problèmes du monde, devant la grande laideur et la grande beauté du monde, ceux de l'Italie sont des petits problèmes, de la petite —laideur et de la petite beauté."*

Antonio Tabucchi (citation dans un article du Le Monde)


*je pourrais également ajouter : "ceux du Portugal sont des petits problèmes..."

uma grande verdade


"mil vezes arrancar sisos do q ter migranas"



vinda de uma troca de e-mails emigra ;)

DMB Crush

Hoje esta musica faz-me lembrar outras coisas.





é incrível como se reciclam musicas e caracteres.

que xaxada digo eu!


"O presidente do Governo Regional da Madeira classificou de "chachadas" as notícias que dão conta de que dirigentes desportivos dos clubes madeirenses são arguidos em processos relacionados com fuga ao fisco e branqueamento de capitais. (...)"


JN

pedaços de Estátua


Cansei-me de tentar o teu segredo:

No teu olhar sem cor, - frio escalpelo,
O meu olhar quebrei, a debatê-lo,
Como a onda na crista dum rochedo.

(...)

Camilo Pessanha

errrr Jason again




tenho de postar mais un encore do Jason... mas ele merece!

rentrée


This year it's all about:


- Falling in love [again!]

- See the Louvre [again!]

The same things, same eyes, through different perspectives. Re-evaluate the world to my own measure.

- Concerts, friendships, travels and some inevitable bad coffee

- More energy, more sport, same ambitions

To fulfill old hopes, travel to new roads, find other ways, think other schemes
with no logical conclusion.

Jason




em resposta a este post da Cata...

boa viagem minina!

Das amêndoas


As palavras têm outra casca

lá mais para dentro
como as amêndoas
e a paciência.


Giánnis Ritsos

ainda os bichos e a viragem dos trinta

Aqui ha tempos vozes astrologas, as quais eu costumo ligar pouco, adverteram-me para a ideia de eu ser materia e terra. Sorri e fingi nao acreditar por teimosia, mas a teimosia da interpretacao arrancou. E reparei que o meu entusiasmo ao ver um esquilo no Shakespeare Garden n era menor do que as varias criaturas marinhas que andei a descobrir nos ultimos tempos, durante os banhos no pacifico. e entretanto, pus-me a pensar se nao seriam coisas da terra e da materia, ter pela primeira vez hesitado entre uma edicao comum e um capa dura do Whitman. e a desenvoltura com que me cheguei a frente com mais dolares para aquele livro, fez-me sentir que estava a comecar a saborear a viragem para os trinta. la joie, quoi!

Mais reviravoltas

de regresso a San Diego para uma paragem de tres dias. pelo meio vou chegar aos trinta e como cigana que sou, decidi por hora comemorar na vespera e no dia. le lendemain c le mexique. tenho por missao motivar franceses bem mais trintoes q eu, lembrarem-se do sentido filosofico de ir abanar o rabo. a minha brazuca preferida esta do meu lado. alem disso tenho de cozinhar para 13 pessoas. dois deles sao amigos de infancia reeencontrados no suburbio de san diego. pois, tinha de passar no banlieue e conhecer alguem... para a rota do mexico ficou em aberto descer um pouco de san quintin a el rosario ou pernoitar duas noites em tijuana ou mesmo ir conhecer o rancho cielito lindo em san quintin. on verra... pela primeira vez na vida, fui confundida com francesas em san francisco. o meu pessimo ingles ganhou sotaque frances. diverte-me pensar que na francia sempre me confundiram com argelinas ou romenas. as vezes portuguesas. ou espanholas, pq as diferencas para eles e em mim as vezes sao tenues. nao me importo. nao fico o tempo suficiente para reclamar qualquer origem. por isso, venho de onde eles quiserem e vou para onde bem entender.

Mais bichos e destinos

Depois das focas e golfinhos foi a vez de me aventurar e nadar com tubaroes leopardo e ficar a saber que tenho de pensar em fugir das raias. Para me preparar para a rota mexicana, dei um salto a San Francisco, onde me ando a regalar com os quadros do Diego Rivera e a expo da Kahlo no SFMoma.

Phelps


"Todo ele é um golfinho!"*




*comentário de um locutor da RTP2


o que é que eu ando a fazer


Ando um bocado afastada deste blog (não é que tenha outro) e isso deve-se a provável falta de tempo e possível falta de paciência. E como estou em Portugal hoje até vou escrever com acentos. E demonstrar com imagens o que tenho andado a fazer:


Algures no Alentejo...
A fugir de um touro...


A saltar cercas de arame farpado (não estava a fugir da prisão, estas calças e camisa fazem parte da chamada "roupa de prospecção")





À procura disto...


Também há outras diversões como observação nocturna de cromeleques, por o Poupas a poupar (ele gosta!), fugir de fretes (já não temos idade pra isso) ou o vinho branco de G........ hmmm fresquinho! Quando voltar à vida citadina tentarei postar mais frequentemente. Até lá, até já.

So far, so good

O primeiro dia em San Diego teve o seu toque parisiense porque foi passado a falar frances e com nevoeiro. Mas depois reparei que podia nadar ao lado de focas e golfinhos, atravessei Mission Bay de bicicleta e ia atropelando uma mexicana porque nao percebi logo que tinha de pedalar para tras para travar.

Assaltos

«A Judite e o Antunes entraram ambos na intimidade um do outro como ladrões que não sabem exactamente o que vão roubar. Percorreram todos os cantos, indagaram de todos os caminhos, revolveram tudo o que se procura e não se encontra, e ambas as intimidades foram impiedosamente devassadas um pelo outro. Ainda que alguém viesse depois a entrar pela primeira vez nas suas vidas, não poderia deixar de reparar que já lá tinham andado ladrões».

Almada Negreiros, Nome de Guerra

Sair daqui...

A Lisbonne, le fleuve a les bras de l’océan.



Ontem quando dobrava a esquina do Benformoso com a Calçada Agostinho Carvalho, continuei com o passo veloz motivado pela descida e pelos ouvidos que davam conta do fado vadio entre a Rua da Mouraria e a Rua do Capelão. E quando mergulhei na Baixa, vinda do Rossio senti os pés a descalçar a calçada e os olhos vindos das vielas a desvendar as ruas e avenidas. Mal sabia eu que às 5 da manhã ia levar uma amiga de olhos vendados ao aeroporto para lhe desvendar uma viagem surpresa. Voltei para a cidade e enquanto sorvia o cacau da ribeira, pensava nos labirintos e ironias da vida e no acaso de ser eu a ficar desta vez.

Mulheres

A França é um belo detergente e mais ainda é aquela que se diz laica. A lei do véu em França não visa defender as mulheres, muito menos as muçulmanas. Surge como mais uma tentativa de uniformizar (à francesa, claro está!), de abafar a diferença. A lei que obriga a tirar o véu não é melhor do que a lei que o impõe. É uma lei hipócrita! Porque o laicismo à francesa continua a reger-se por linhas católicas deploráveis. Numa das escolas onde dei aulas, burocratas invadiam as minhas aulas em pleno Ramadão, à caça dos alunos rebeus que faltavam nesses dias. Só se podia entrar no liceu de cabeça descoberta, isto é, nada de véu, nem boné, nem chapéu, nem mesmo um gorro em dias de 10 graus negativos. Um dia, um puto recusou-se a tirar o boné durante o intervalo e a presidente do conselho directivo acabou a rebolar no chão à pancada com o miúdo. Este laicismo mascarado é patético e gera conflitos ridículos. É uma falsa liberdade e uma forma de legitimar um racismo imundo.

Vozes que se reivindicam feministas colocam no mesmo saco o uso do véu e rituais horrendos de castração feminina. Só posso entender esse tipo de comparações como obscenidade e ingenuidade. Mas ainda há quem acredite que é uma conquista feminina a lei do véu, há quem se esqueça à ocidental, das mulheres que o catolicismo ainda cobre de luto, dos pés à cabeça e das outras de umbigo encostado ao fogão e voz mansa e de todas as que são esbofeteadas e violadas pelos maridos com o aval dos deuses islâmicos, católicos e olímpicos. Mirem sim o exemplo daquelas mulheres de Atenas.

«Sexta-feira à noite
os homens acariciam o clitóris das esposas
com dedos molhados de saliva.
O mesmo gesto com que todos os dias
contam dinheiro papéis documentos
e folheiam nas revistas
a vida dos seus ídolos.

Sexta-feira à noite
os homens penetram suas esposas
com tédio e pênis.
O mesmo tédio com que todos os dias
enfiam o carro na garagem
o dedo no nariz
e metem a mão no bolso
para coçar o saco.

Sexta-feira à noite
os homens ressonam de borco
enquanto as mulheres no escuro
encaram seu destino
e sonham com o príncipe encantado».

Marina Colasanti, Sexta-feira à noite


Argélia



Nazaré

Barqueiros e rios

«E quanto mais vezes atravessar o rio mais a minha dívida cresce para com o terrível rosto do barqueiro onde estava tudo o que eu ansiava violentamente atirado para o chão, com uns olhos que me diziam, para me consolar, que não valia a pena partir mas também não valia a pena regressar, e tudo o que eu queria conhecer era fútil ao pé da beleza de não contrariar nem seguir a corrente do rio que era o que o barqueiro tinha feito ao longo de toda a vida. Não só do rosto, o sorriso que espreita de um corpo cansado de remar, mas o sorriso de todo o barqueiro, assim como o sorriso de uma cara são os lábios torcidos para cima, o corpo dobrado do barqueiro era um sorriso, de quem sabe que quando se perdeu tudo ainda se pode perder mais um bocadinho. [...] mas há quem defenda que não contrariar nem seguir a corrente não equivale a atravessar o rio no mesmo sítio, mas numa diagonal a favor da corrente, pois atravessar o rio no sentido perpendicular às margens é já contrariar a corrente. Que pensas disto, velho remador? [...] E eu que tinha estado ali ao lado com a lígia, na Rua do Sol à Graça, a caber nela e a contorná-la ao longo da luz, e agora que se foi embora olhei em volta e encontrei um velho a chorar um pranto sem fim, cheio da porcaria dos pombos e dos casamentos».

Miguel Castro Caldas, As sete ilhas de Lisboa

Quadras populares



«Num arranco de loucura,
filha desta confusão,
vai todo o mundo à procura
daquilo que tem à mão.

Queremos ver sempre à distância
o que não está descoberto,
Sem ligarmos importância
ao que está à vista e perto.

À guerra não ligues meia,
porque alguns grandes da terra,
vendo a guerra em terra alheia,
não querem que acabe a guerra


Que importa perder a vida
em luta contra a traição,
se a Razão mesmo vencida,
não deixa de ser Razão?


Vinho que vai para vinagre
não retrocede o caminho;
só por obra de milagre,
pode de novo ser vinho.

Quem prende a água que corre

É por si próprio enganado;
O ribeirinho não morre,
Vai correr por outro lado».

António Aleixo

Euro 2008

Esta vitoria sobre a Republica Checa tem um valor especial...
















(a partir daqui é acreditar que Portugal vai ser Campeão Europeu)
(e se não for festeja-se também...)

Shhhh it's a secret...





ça-y-est !

WEEEeeeeeeeeeeeee

1st draft sent!!!!

"in the bottom line,
what does it mean to be a Portuguese?"*


*e não me estou a referir ao patriotic feeling do Euro2008...

Deolinda



Fado Toninho

(acabei de descobrir e é bom)

Ecological search: alternative to Google

ECOOGLER
How it works?
For every search in Ecoogler, you contribute symbolically to reforest one leaf. For every 10.000 searches, Ecoogler and Aquaverde plant a tree in the Amazon.

1 Search= 10.000 = 1 Tree

Lóri e Ulisses

Lori diz a Ulisses: «Decifra-me, meu amor, ou serei obrigada a devorar. [...] Já duas semanas se haviam passado e Lóri sentia às vezes uma saudade tão grande que era como uma fome. [...] Comer-olhar as frutas da feira- ver cara de gente- ter amor- ter ódio- ter o que não se sabe e sentir um sofrimento intolerável- esperar o amado com impaciência- mar- entrar no mar- comprar um maiô novo- fazer café- olhar os objectos- ouvir música- mãos dadas- irritação- ter razão- não ter razão- não ter razão e sucumbir ao outro que reivindica- ser perdoada da vaidade de viver- ser mulher- dignificar-se- rir do absurdo da minha condição- não ter escolha- ter escolha- adormecer»

Clarice Lispector, Uma Aprendizagem

Entender

«Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. […] É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.[…] Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo - quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.»

Clarice Lispector

Da rivalidade*

Os Holandeses a rezar e a ver passar navios (Portugueses)...


“Meanwhile we prayed (according to custom), asking the Lord for a blessed outcome and happy victory. The Portuguese, noting that they would be engaged again, hastily cut their anchor-rope, raised their topmasts and yard-arms, and (while we were busy raising our anchor) took course (with one of the other yachts) straight upriver until they ran aground. We followed them (…) [but] since our ship went too deep, it was not possible to come near her”[1]



[1] Cf. A Traveler in Siam in the Year 1655. Extracts from the Journal of Gijsbert Heeck. Barend Jan TERWIEL (transl., intr.), Silkworm Books: Bangkok, 2008, p. 32.


[* Podia ser Da Historia mas não, é Da Rivalidade]


Do castelo ao Tejo

moro numa graça já debruçada na mouraria, mas é pelo castelo que os olhos acabam por enveredar, quando a memória se transforma em bifurcação e labirinto. Depois, quando a cabeça se aproxima demasiado do peito e se torna febril, o olhar afoga-se por fim no Tejo, porque às vezes são horas de apressar o passo e adiar o pensamento.

Now or Never



Por sugestão do Bordado Inglês

Lisa Ekdahl & Peter Nordahl Trio
"Now or Never"

...It's got to be yes or no
It's either you stay or go
You can't leave me on the shelf
You gotta commit yourself
It's either you will, or you won't fall In love with me...

quanto ao meu ritmo de trabalho:

Plus ça change (plus c'est la même chose) !!!

stress

estou em STRESS, muito STRESS, é so STRESS

formula

Atiras-me com números, abstracções e teorias
fico calada a pensar na teoria do caos
e no bater das asas da borboleta
e que a vida tem significado lógico e não arbitrário

Notas, frases, palavras, números
misturam e criam a verdade da vida
Câmara lenta da acção desnecessária
Morres na estrada

- e eu fico a rir enquanto pedalo e me equilibro na bicicleta -

As coincidências puras acontecem.

was I?

09 was I.wma - Madeleine Peyroux


...Well I said, stop, please, behave!
Well what's the use of breathin'?
He said, give
So I gave
After all, what was I savin'?
Am I glad?
Holy gee,
Have I had fun, you're askin' me?
Was I drunk?
Was he handsome?
And did momma give me hell?

rewind

Quero que corras atrás de mim
na floresta
Olhando a lua e os pirilampos cheios de luz
nas árvores

Molhamos os pés
- a água está fria no rio -
Perguntas-me quem sou
E vejo qualquer coisa no espelho

Largaste-me a mão
E fui com a água
again and again

The Love Song of J. Alfred Prufrock





S’io credesse che mia risposta fosse
A persona che mai tornasse al mondo,



Questa fiamma staria senza piu scosse.



Ma perciocche giammai di questo fondo



Non torno vivo alcun, s’i’odo il vero,



Senza tema d’infamia ti rispondo.



LET us go then, you and I,
When the evening is spread out against the sky
Like a patient etherised upon a table;
Let us go, through certain half-deserted streets,
The muttering retreats 5
Of restless nights in one-night cheap hotels
And sawdust restaurants with oyster-shells:
Streets that follow like a tedious argument
Of insidious intent
To lead you to an overwhelming question … 10
Oh, do not ask, “What is it?”
Let us go and make our visit.


In the room the women come and go
Talking of Michelangelo.


The yellow fog that rubs its back upon the window-panes, 15
The yellow smoke that rubs its muzzle on the window-panes
Licked its tongue into the corners of the evening,
Lingered upon the pools that stand in drains,
Let fall upon its back the soot that falls from chimneys,
Slipped by the terrace, made a sudden leap, 20
And seeing that it was a soft October night,
Curled once about the house, and fell asleep.


And indeed there will be time
For the yellow smoke that slides along the street,
Rubbing its back upon the window-panes; 25
There will be time, there will be time
To prepare a face to meet the faces that you meet;
There will be time to murder and create,
And time for all the works and days of hands
That lift and drop a question on your plate; 30
Time for you and time for me,
And time yet for a hundred indecisions,
And for a hundred visions and revisions,
Before the taking of a toast and tea.


In the room the women come and go 35
Talking of Michelangelo.


And indeed there will be time
To wonder, “Do I dare?” and, “Do I dare?”
Time to turn back and descend the stair,
With a bald spot in the middle of my hair— 40
[They will say: “How his hair is growing thin!”]
My morning coat, my collar mounting firmly to the chin,
My necktie rich and modest, but asserted by a simple pin—
[They will say: “But how his arms and legs are thin!”]
Do I dare 45
Disturb the universe?
In a minute there is time
For decisions and revisions which a minute will reverse.


For I have known them all already, known them all:—
Have known the evenings, mornings, afternoons, 50
I have measured out my life with coffee spoons;
I know the voices dying with a dying fall
Beneath the music from a farther room.
So how should I presume?


And I have known the eyes already, known them all— 55
The eyes that fix you in a formulated phrase,
And when I am formulated, sprawling on a pin,
When I am pinned and wriggling on the wall,
Then how should I begin
To spit out all the butt-ends of my days and ways? 60
And how should I presume?


And I have known the arms already, known them all—
Arms that are braceleted and white and bare
[But in the lamplight, downed with light brown hair!]
It is perfume from a dress 65
That makes me so digress?
Arms that lie along a table, or wrap about a shawl.
And should I then presume?
And how should I begin?
. . . . .
Shall I say, I have gone at dusk through narrow streets 70
And watched the smoke that rises from the pipes
Of lonely men in shirt-sleeves, leaning out of windows?…


I should have been a pair of ragged claws
Scuttling across the floors of silent seas.
. . . . .
And the afternoon, the evening, sleeps so peacefully! 75
Smoothed by long fingers,
Asleep … tired … or it malingers,
Stretched on the floor, here beside you and me.
Should I, after tea and cakes and ices,
Have the strength to force the moment to its crisis? 80
But though I have wept and fasted, wept and prayed,
Though I have seen my head [grown slightly bald] brought in upon a platter,
I am no prophet—and here’s no great matter;
I have seen the moment of my greatness flicker,
And I have seen the eternal Footman hold my coat, and snicker, 85
And in short, I was afraid.


And would it have been worth it, after all,
After the cups, the marmalade, the tea,
Among the porcelain, among some talk of you and me,
Would it have been worth while, 90
To have bitten off the matter with a smile,
To have squeezed the universe into a ball
To roll it toward some overwhelming question,
To say: “I am Lazarus, come from the dead,
Come back to tell you all, I shall tell you all”— 95
If one, settling a pillow by her head,
Should say: “That is not what I meant at all.
That is not it, at all.”


And would it have been worth it, after all,
Would it have been worth while, 100
After the sunsets and the dooryards and the sprinkled streets,
After the novels, after the teacups, after the skirts that trail along the floor—
And this, and so much more?—
It is impossible to say just what I mean!
But as if a magic lantern threw the nerves in patterns on a screen: 105
Would it have been worth while
If one, settling a pillow or throwing off a shawl,
And turning toward the window, should say:
“That is not it at all,
That is not what I meant, at all.”
. . . . .
110
No! I am not Prince Hamlet, nor was meant to be;
Am an attendant lord, one that will do
To swell a progress, start a scene or two,
Advise the prince; no doubt, an easy tool,
Deferential, glad to be of use, 115
Politic, cautious, and meticulous;
Full of high sentence, but a bit obtuse;
At times, indeed, almost ridiculous—
Almost, at times, the Fool.


I grow old … I grow old … 120
I shall wear the bottoms of my trousers rolled.


Shall I part my hair behind? Do I dare to eat a peach?
I shall wear white flannel trousers, and walk upon the beach.
I have heard the mermaids singing, each to each.


I do not think that they will sing to me. 125


I have seen them riding seaward on the waves
Combing the white hair of the waves blown back
When the wind blows the water white and black.


We have lingered in the chambers of the sea
By sea-girls wreathed with seaweed red and brown 130
Till human voices wake us, and we drown.


T. S. Elliot

vistas do monte

Por razões mais gastronómicas que poéticas, ontem apeteceu-me ser pássaro por uns minutos, quando vi os pardais a regalarem-se na nespereira do meu vizinho. Que belas nêsperas!!!

Tom Waits




via Jaipuriano

para lembrar de vez em quando

"Esforços intelectuais mais complexos e mais intensos significam uma vida mais plena e mais rica. Significam mais vida. A vida é um fim em si mesmo e a única questão sobre o valor da vida é tirar dela o máximo proveito."

Oliver Wendell Holmes, Jr.


[Vi isto num blog, mas já não me lembro qual... Faz-me sentido nesta altura.]

Isto é que é groovar



Sam Cooke

Maio longe daqui

Acordei com a manif na Place d'Italie. "Non, non, non, oui, oui, oui". Nao soavam a palavras de ordem, mas a um coro de meninas caprichosas. Parece que este ano os sindicatos se decidiram unir nas comemoraçoes do 1 de Maio. Nao soava a isso. Soava a um cortejo oficial, com o aval e bençao do Governo. Todos a circular pela esquerda e a pedir pardon pela direita, sem incomodar ninguém. E na foto do Libe, as reivindicaçoes demasiado superficiais e individualistas para serem levadas a sério. "Poder de compra e paz", como quem pede paz e sossego para o seu enorme umbigo. A França tresanda a burguesia e às vezes parece merecer o Presidente oleoso que escolheu. Têm o cu demasiado quente e demasiado longe do Maio de ha 40 anos.



Crash Test Dummies

Viva o dia do Trabalhador!...



daqui

About "vidas passadas"*



* LOL

about health care...

Recuerdar es vivir

Parabéns Nomadismes!!! Aqui vão os meus votos ilustrados de


Alegria e sorrisos


cumplicidade e simbiose


muita festa


e alguma embriaguês. com vinho, virtude ou poesia. à vossa escolha!!!!

Ja que estamos numa de recuerdos...



Directamente do Ritton (ou cd do Drocas), relembrando certas noites na cozinha dos States ou no 439...

Sean Paul*




* ou: "hoje descobri que se pode pôr musicas no blog."

sista: era isto que nos queriamos na sexta, mas deixa la, haverão outras oportunidades...

Djavan - Nem Um Dia

Aniversario e lamechice

Faz amanhã dois anos que este blog existe. à partida era um projecto individual, depois ganhou profundidade e teatralidade numa aventura conjunta de muffs (gajas). Nasceu numa cidade, num contexto convivial que já não se repete. Vai sobrevivendo em duas cidades diferentes (Lx-Haia) com estilos diferentes e contribuições diferentes. Acho que postamos de uma maneira despreocupada, sem a necessidade nem a obrigação diária que alguns dizem ter que existir no mundo dos blogs. Com teclados portugueses, franceses e ingleses, faz-se o que se pode. Com alguns "oh muff já não postas há um mês" vai-se chamando a atenção para o desleixo blogueiro em que isto às vezes está.
Umas vezes apetece-me escrever, outras não, e espero que este espaço continue a ser isso, um lugar de nomadização livre e desimpedida, sem normas de conteúdo e sem estratégia editorial.

(isto foi o "anivers
ário", agora segue a lamechice...)




a preparar a janta nos States com a Comadre


nos bateaux-mouche de Paris (com a Chouriça)


"A" foto, tirada numa festa de anos memorável na RAG.


na biblioteca dos States (era so estudo...)

Mas afinal...

«Mas afinal para que serve o Teatro? Aí está uma pergunta a que se torna impossível respondermos todos da mesma maneira. Seria muito mais fácil explicar para que serve um garfo ou um par de sapatos... Para mim, mas não pretendo levar os outros a pensar como eu, uma das utilidades superiores do Teatro é justamente desassossegar as pessoas, levando-as a pensar pela própria cabeça. Sem receitas nem palavras de ordem».

Jaime Salazar Sampaio, Teatro Completo III

Vou andar por ai

Há em mim uma calma aparente
So em meu coração paz não há

Vou andar por ai
Perguntar por ai
Para ver se eu encontro
a paz que perdi
(...)

Luiz Henrique, 1964 [letra por Newton Chaves]
Vou andar por ai - carregar para ouvir

Paris Sin City

Pute Pride contra lei de Sarko. Plus de caresses, moins de CRS!


«Putain, ça suffit ! Elles en ont assez de se faire insulter. Samedi 22 mars, l’association Les Putes organise la Pute Pride : une marche de fierté pour toutes les travailleuses du sexe. Leur combat vise essentiellement la fameuse LSI, ou «Loi Sarkozy». Rassemblement à 13h, place Pigalle à Paris.»


http://sexes.blogs.liberation.fr/agnes_giard/

Memórias do rio

«Do novelo emaranhado da memória, da escuridão dos nós cegos, puxo um fio que me aparece solto.
Devagar o liberto, de medo que se desfaça entre os dedos.
é um fio longo, verde e azul, com cheiro de limos, e tem a macieza quente do lodo vivo.
É um rio.
Corre-me nas mãos, agora molhadas.
Toda a água me passa entre as palmas abertas, e de repente não sei se as águas nascem de mim, ou para mim fluem.
Continuo a puxar, não memória apenas, mas o próprio corpo do rio.
Sobre a minha pele navegam barcos, e sou também os barcos e o céu que os cobre, e os altos choupos que vagamente deslizam sobre a pelúcia luminosa dos olhos.
Nadam-me peixes no sangue e oscilam entre duas águas como os apelos imprecisos da memória.
Sinto a força dos braços e a vara que os prolonga.
Ao fundo do rio e de mim, desce como um lento e firmar pulsar de coração.
Agora o céu está mais perto e mudou de cor.
É todo ele verde e sonoro porque de ramo em ramo acorda o canto das aves.
E quando num largo espaço o barco se detém, o meu corpo despido brilha debaixo do sol, entre o esplendor maior que acende a superfície das águas.
Aí se fundem numa só verdade as lembranças confusas da memória e o vulto subitamente anunciado do futuro.
[...]
Então, corpo de barco e de rio na dimensão do homem, sigo adiante para o fulvo remanso que as espadas verticais circundam. [...]
Não se sabe tudo, nunca se saberá tudo, mas há horas em que somos capazes de acreditar que sim, talvez porque nesse momento nada mais nos podia caber na alma, na consciência, na mente, naquilo que se queira chamar ao que nos vai fazendo mais ou menos humanos»

José Saramago, As Pequenas Memórias

Lembranças de um certo Outono 2005

Há dias em que acordo com este Outono a assaltar-me a memória.

Libération - 5, 6 novembre 2005

A lembrar o 93

Grand corps malade
St Denis

J'voudrais faire un slam pour une grande dame que j'connais depuis tout petit
J'voudrais faire un slam pour celle qui voit ma vieille canne du lundi au samedi
J'voudrais faire un slam pour une vieille femme dans laquelle j'ai grandi
J'voudrais faire un slam pour cette banlieue nord de Paname qu'on appelle Saint-Denis
Prends la ligne D du RER et erre dans les rues sévères d'une ville pleine de caractère
Prends la ligne 13 du métro et va bouffer au McDo ou dans les bistrots d'une ville pleine de bonnes gos et de gros clandos
Si t'aimes voyager, prends le tramway et va au marché. En une heure, tu traverseras Alger et Tanger.
Tu verras des Yougos et des Roms, et puis j't'emmènerais à Lisbonne
Et à 2 pas de New-Deli et de Karashi (t'as vu j'ai révisé ma géographie), j't'emmènerai bouffer du Mafé à Bamako et à Yamoussoukro
Et si tu préfères, on ira juste derrière manger une crêpe là où ça sent Quimper et où ça a un petit air de Finistère
Et puis en repassant par Tizi-Ouzou, on finira aux Antilles, là où il y a des grosses re-noi qui font « Pchit, toi aussi kaou ka fé la ma fille ! »
Au marché de Saint-Denis, faut que tu sois sique-phy. Si t'aimes pas être bousculé tu devras rester zen
Mais sûr que tu prendras des accents plein les tympans et des odeurs plein le zen
Après le marché on ira ché-mar rue de la République, le sanctuaire des magasins pas chers
La rue préférée des petites rebeus bien sapées aux petits talons et aux cheveux blonds peroxydés
Devant les magasins de zouk, je t'apprendrai la danse. Si on va à la Poste j't'enseignerai la patience...
La rue de la République mène à la Basilique où sont enterré tous les rois de France, tu dois le savoir ! Après Géographie, petite leçon d'histoire
Derrière ce bâtiment monumental, j't'emmène au bout de la ruelle, dans un petit lieu plus convivial, bienvenu au Café Culturel
On y va pour discuter, pour boire, ou jouer aux dames. Certains vendredi soir, y'a même des soirées Slam
Si tu veux bouffer pour 3 fois rien, j'connais bien tous les petits coins un peu poisseux
On y retrouvera tous les vauriens, toute la jet-set des aristocrasseux
Le soir, y'a pas grand chose à faire, y'a pas grand chose d'ouvert
A part le cinéma du Stade, où les mecs viennent en bande : bienvenue à Caillera-Land
Ceux qui sont là rêvent de dire un jour « je pèse ! » et connaissent mieux Kool Shen sous le nom de Bruno Lopez
C'est pas une ville toute rose mais c'est une ville vivante. Il s'passe toujours quelqu'chose, pour moi elle est kiffante
J'connais bien ses rouages, j'connais bien ses virages, y'a tout le temps du passage, y'a plein d'enfants pas sages,
j'veux écrire une belle page, ville aux cent mille visages, St-Denis-centre mon village
J'ai 93200 raisons de te faire connaître cette agglomération. Et t'as autant de façons de découvrir toutes ses attractions.
A cette putain de cité j'suis plus qu'attaché, même si j'ai envie de mettre des taquets aux arracheurs de portables de la Place du Caquet
St-Denis ville sans égal, St-Denis ma capitale, St-Denis ville peu banale.. où à Carrefour tu peux même acheter de la choucroute Hallal !
Ici on est fier d'être dyonisiens, j'espère que j't'ai convaincu. Et si tu m'traites de parisien, j't'enfonce ma béquille dans l'...
J'voudrais faire un slam pour une grande dame que j'connais depuis tout petit
J'voudrais faire un slam pour celle qui voit ma vieille canne du lundi au samedi
J'voudrais faire un slam pour une vieille femme dans laquelle j'ai grandi
J'voudrais faire un slam pour cette banlieue nord de Paname qu'on appelle Saint-Denis

Ciência prova que anti-depressivos não passam de placebos

Vous connaissez la dernière, le Prozac c'est nul

«Voilà donc que le Prozac, et autres anti-dépresseurs dit de nouvelles générations, changent en 24 heures de statut. Ce n'est plus un effet de balancier, mais un retour de bâton. Hier, présenté comme la pillule miracle contre la déprime, voilà qu'aujourd'hui on met en avant son ...inefficacité, selon le quotidien anglais The Independent. En somme, bon à jeter»

http://societe.blogs.liberation.fr/laplumeetlebistouri/

Pode ser que isto abane um bocadinho o comércio dos dealers legais q por aí andam e estimule um ou outro deprimido a sair da toca, sem ilusões químicas.

Afogar-se em si

Caravaggio, «Narciso»

«Pois sempre que abri os braços para ti, tu abriste-los para mim, sempre que ri, tu riste-te; e amiúde reparei nas tuas lágrimas quando eu chorava. Os meus sinais devolves com um aceno; e do movimento dos teus formosos lábios, tenho a suspeita de que respondes com frases que não me chegam aos ouvidos. Oh! Mas ele sou eu! Percebi! O meu reflexo já não me engana! É por mim que me abraso de amor! Inflijo e sofro estas chamas!» (Ovídio, Metam., 460)

Bardem


Ohhh si si es muy bueno!

Confesso que depois de ter visto o "Entre Las Piernas" sempre achei que o Bardem tinha qualquer coisa de especial... A foto é para ajudar a perceber o quê...

gitanes

Nous n’avions pas fini de nous parler d’amour.
Nous n’avions pas fini de fumer nos gitanes.
On peut se demander pourquoi les Cours condamnent
Un assassin si beau qu’il fait pâlir le jour.


Jean Genet (1942)


Portugal em Bangkok

























Bangkok tradicional















jan08@bairro português

idealismos

Por vezes o meu idealismo faseado torna difícil o ver as coisas como elas são. Continuo a levar com lições de vida, como que refreando o meu elixir da juventude. [a muff dirá que estou a ser muito poética] Tem sido complexo encontrar o equilíbrio entre os ideais e a realidade, e como transpor [sem acento circunflexo] tudo isso para a vida dita profissional. Tenho de aprender a ver o que pode ser feito, dividir isso por dois, e tentar que a metade seja aquilo que realmente é feito. Parece complicado mas ando a ficar boa nisto.

Movida artística alfacinha

Últimos dias para ver:

Estreiam:


Sheraton fiever



Let's rock the Sheraton baby!

Cómicos

Observar cómicos e clowns estimula o sentido de humor e previne os dias de spleen. Também ajuda a perceber o lado mesquinho do ser humano, despojado de piedade e altruísmo, qual criança de 10 anos a quem a crueldade inocente impõe a necessidade da queda e do ridículo alheio, no combate ao tédio solitário.

Bert Lahr e E.G. Marshall, Waiting for Godot de Samuel Beckett, Golden Theater, Nova York, 1956.



Actor Taborda em Médico à Força.

Quem? Eu, a babar-me no Sheraton? T'abuses....


Faça boa viagem Madame Rasta, Good vibes e power zen!!!!!!

sim, fui buscar a foto ao antigo flog e andei a fussangá-lo de uma ponta à outra, e também tou a ouvir Patrice. nomadização muffica em cidades diferentes faz-nos entranhar uma camada de pieguice à flor da pele.

Eh dragão!

Daqui.

Ruralidades

O galo que me estimula a insónia também me estimula o apetite e faz-me sonhar com arroz de cabidela. E cantar interiormente canções infantis como: «Mas houve um dia e não cantou, outro e mais outro e não cantou, nunca mais se ouviu cócórócócó...»

americanos

Irrita-me profundamente quando acho que tenho uma ideia genial e depois vou pesquisar no Google e descubro que os americanos já andam a publicar sobre isso há 20 anos...

ah!

o post anterior era bluff...

à ultima da hora

Adoro fazer trabalhos à pressão. é nestes momentos que sinto a adrenalina da pesquisa, a emoção da descoberta e o nó no estômago na altura de pôr tudo no papel (enfim, no ecran do computador).
E espanto-me porque não comecei a escrever mais cedo. Parece que preciso que as contracções sejam tão fortes que me façam pensar: "pronto, é agora, não posso adiar mais, seja o que for, vai ter que sair."
E vai passando o medo do ecran em branco, o terror da asneirada, e passa também o sono e a vontade de comer.

ainda em 2007

Leiden sob a neve






[fotos qualidade telemóvel...]

Ano Novo

Escrevo com um dia de atraso as minhas resoluções de um ano novo; O que me proponho fazer, atingir e/ou tornar-me. E tudo implica mudança e evolução. Com ou sem escolha, as coisas têm que andar para a frente.
(...)

3°. Energia. Tentar começar e acabar o dia com energia. Especialmente ao acordar, a energia é importante por estar ligada ao entusiasmo.
(...)

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